sexta-feira, 29 de julho de 2011

[DEVOCIONAL] John Piper – O Gozo de Saber que Deus é Deus


O Gozo de Saber que Deus é Deus

por John Piper
O esforço humano nunca pode impressionar um Deus onipotente, e a grandeza dos homens jamais pode impressionar um Deus de grandeza infinita. Isto é má notícia para aqueles que competem com Deus, mas boa notícia para aqueles que querem viver pela fé.
O Salmo 147 é uma emocionante declaração de esperança para um povo que desfruta do gozo e certeza de que Deus é Deus. O salmista afirma: “Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome” (v. 4). Ora, isto é mais do que podemos apreender! “Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim: é sobremodo elevado, não o posso atingir” (Sl 139.6).
A Terra, onde vivemos, é um pequeno planeta que gira em torno de uma estrela chamada Sol, que tem o volume um milhão e trezentas vezes maior do que o da Terra. Existem estrelas milhões de vezes mais luminosas do que o Sol. Existem aproximadamente cem bilhões de estrelas em nossa galáxia, a Via Láctea, que tem cem mil anos-luz de extensão. (Um ano-luz equivale a 299.792.458 km/s.) O Sol viaja a 249 km/s, e, por isso, seriam necessários, duzentos milhões de anos para que o sol cumprisse apenas uma órbita em volta da Via Láctea. Existem milhões de outras galáxias além da nossa.
Agora, ouça novamente: o Salmo 147 afirma que Deus conta o número de todas as estrelas. Não somente isso, afirma também que Ele as chama pelo nome que lhes deu, tal como se faz a animais de estimação. Você os olha, observa suas características e chama-os por algum nome que se enquadre nas diferenças. Quando cantamos o hino “Let All Things Now Living”, de Katherine Davis, eu sorrio com grande satisfação quando chego às palavras:
Ele estabelece a sua lei:
As estrelas, em seus cursos,
O Sol, em sua órbita,
Resplandecem obedientemente.
Sim, eu penso, “obedientemente” é a palavra correta! O sol tem um nome na mente de Deus. Ele chama o sol por seu nome, diz a ele o que fazer e ele obedece. E assim o fazem trilhões de estrelas. (Assim como todos os elétrons, em todas as moléculas dos elementos das estrelas e dos planetas, incluindo os elementos que se encontram nas guelras de um tubarão que vive embaixo das rochas, na costa da ilha de Rhode.)
Ora, o que impressionaria um Deus como este? Salmo 147.10-11 nos mostra com clareza:
Não faz caso da força do cavalo, nem se compraz nos músculos do guerreiro. Agrada-se o Senhor dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia.
Imagine um levantador de peso, nas Olimpíadas, que se orgulha de haver levantado duzentos e vinte e cinco quilos. Ou imagine algum cientista se orgulhando de que descobriu como uma molécula é afetada por outra. Não precisamos ser gênios para saber que Deus não se deixa impressionar por essas coisas.
As boas-novas para aqueles que desfrutam do gozo de saber que Deus é Deus é que Ele tem prazer nessas pessoas. Deus se agrada daqueles que esperam no imensurável poder dEle. Não é uma coincidência literária o fato de que os versículos referentes a outro aspecto da grandeza de Deus (nos versículos 4 e 5), mostram-No cuidando do fraco (vv. 3 e 6):
3 sara os de coração quebrantado
e lhes pensa as feridas.
4 Conta o número das estrelas,
chamando-as todas pelo seu nome.
5 Grande é o Senhor nosso e mui poderoso;
o seu entendimento não se pode medir.
6 O Senhor ampara os humildes
e dá com os ímpios em terra.
Oh! que prenda a nossa atenção a verdade de que Deus é Deus e trabalha onipotentemente em favor daqueles que esperam nEle (Is 64.4), bem como na sua misericórdia (Sl 147.11) e O amam (Rm 8.28). Ele ama ser Deus para os fracos e desamparados, que O buscam para tudo o que necessitam.

Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O que É um Cristão?


por John Piper

O que significa ser um cristão? Charles Hodge, um dos grandes teólogos reformados do século XIX, achou a resposta neste texto: “É ser constrangido por um senso do amor de nosso divino Senhor, de tal modo que Lhe consagramos nossa vida”.
Ser um cristão não significa apenas crer, de coração, que Cristo morreu por nós. Significa “ser constrangido” pelo amor demonstrado nesse ato. A verdade nos pressiona. Ela força e se apropria; impele e controla. A verdade nos cerca, não nos deixando fugir. Ela nos prende em gozo.
Como a verdade faz isso? Paulo disse que o amor de Cristo o constrangia por causa de um julgamento que ele fazia a respeito da morte: “Julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram”. Paulo se tornou cristão não somente por meio da decisão com base no fato de que Cristo morreu pelos pecadores, mas também por meio do sábio discernimento de que a morte de Cristo foi também a morte de todos aqueles em favor dos quais Ele morreu.
Em outras palavras, tornar-se um cristão é chegar a crer não somente que Cristo morreu por seu povo, mas também que todo o seu povo morreu quando Ele morreu. Tornar-se um cristão é, primeiramente, fazer esta pergunta: estou convencido de que Cristo morreu por mim e de que eu morri nEle? Estou pronto a morrer, a fim de viver no poder do amor dEle e para a demonstração da sua glória. Em segundo lugar, tornar-se um cristão significa responder sim, de coração.
O amor de Cristo nos constrange a responder sim. Sentimos tanto amor fluindo da morte de Cristo para nós, que descobrimos nossa morte na morte dEle — nossa morte para todas as lealdades rivais. Somos tão dominados (“constrangidos”) pelo amor de Cristo, que o mundo desaparece, como que diante de olhos mortos. O futuro abre um amplo campo de amor.
Um cristão é uma pessoa que vive sob o constrangimento do amor de Cristo. O cristianismo não é meramente crer num conjunto de doutrinas a respeito do amor de Cristo. É uma experiência de ser constrangido por esse amor — passado, presente, futuro.
Entretanto, esse constrangimento surge de um juízo que fazemos sobre a morte de Cristo: “Quando Ele morreu, eu morri”. É um julgamento profundo. “Assim como o pecado de Adão foi, legal e eficazmente, o pecado de toda a raça, assim também a morte de Cristo foi, legal e eficazmente, a morte de seu povo.” Visto que nossa morte já aconteceu, não temos mais condenação (Rm 8.1-3). Isto é a essência do amor de Cristo por nós. Por meio de sua morte imerecida, Cristo morreu nossa morte bem merecida e abriu o seu futuro como o nosso futuro.
Portanto, o juízo que fazemos sobre a sua morte resulta em sermos constrangidos pelo amor dEle. Veja como Charles Hodge expressou isso: “Um cristão é alguém que reconhece a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção. É também uma pessoa afetada por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de ser constrangida a fazer da vontade de Cristo a norma de sua obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual ela vive”.
Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida? Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Diga com Calma: “Suas Opiniões Ultrajantes não se Baseiam na Verdade”



por John Piper
Nossa tarefa, como crentes, não é controlar o governo e a educação. Nossa tarefa é falar a verdade de Deus em cada nível. Se mudamos ou não as pessoas ou as leis, esta não é a nossa responsabilidade. Nossa responsabilidade é falarmos com ousadia e clareza o que Deus falaria.
Não emudeça devido ao comentário de que você não pode impor sua religião ou moralidade aos outros. Você não está impondo; está recomendando-as à consideração séria. Declarar e persuadir não é impor. Recomendar não é coerção. O fato é este: as idéias que as pessoas têm a respeito do que deve ser feito é norteada por algum tipo de compromisso prévio. Os secularistas, assim como os crentes, têm uma visão de mundo que norteia as suas opiniões. Toda sugestão política está fundamentada em uma visão de como as coisas deveriam ser.
O cristianismo é verdadeiro, por isso ele ecoa (embora fragilmente) em cada coração. Você nunca sabe quando a afirmação pública de suas convicções ressoarão notas de retidão em algum grupo secular. Não fique sobrecarregado com o ter de controlar. Levante-se e fale o que Deus falaria a respeito do assunto. Talvez você se surpreenda com o fato de que outros estavam esperando que alguém o falasse.
Por exemplo, as suas convicções bíblicas são menos defensáveis do que o pronunciamento sem base moral transcrito em seguida?
Recentemente, um serviço particular de aconselhamento em saúde mental, de Minneapolis, publicou um livrete para “dar informação a respeito da variedade de problemas pessoais sobre os quais é difícil falar”. Esse livrete foi distribuído aos estudantes de, pelo menos, uma escola de Ensino Médio, como parte do programa de educação sexual. Eis alguns exemplos da “informação” transmitida.
Escolher quando, como e com quem fazer sexo é uma parte importante do preparar-se para ser adulto. Escolha parceiros cuidadosamente.
A masturbação mútua, com o seu parceiro, é prazerosa e segura.
Conversar e encontrar-se com outros homossexuais para ajudá-lo a entender como sua preferência sexual pode ser uma parte importante e saudável de sua vida.
Acabe com a gravidez fazendo aborto… No aspecto médico, é melhor fazer um aborto depois da sexta semana e antes da décima segunda semana de gravidez.
O vírus HIV pode ser evitado. Isto pode significar que você tem de fazer algumas mudanças na maneira como faz sexo, mas não significa que tem de parar de fazer sexo.
Quando você encontra afirmações como essas sendo feitas de forma pública, pode simplesmente levantar-se e, numa voz calma, dizer: “Esta moralidade não tem base na verdade. É a opinião de homens, não de Deus. Portanto, é falsa e prejudicial. A vontade de Deus para a sexualidade humana é a abstinência até ao casamento e a monogamia heterosexual sem adultério. Isso traz justiça, saúde e felicidade ao mundo. Recomendo que o conselho que damos aos nossos adolescentes corresponda à verdade. Obrigado”. Então, assente-se.
Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.


fonte: voltemos ao evangelho

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O pastor e o impostor



A igreja evangélica brasileira parece viver um bom momento, o numero de evangélicos cresce a cada censo, a cada dia este numero aumenta. Há programas no radio, televisão com pregadores diversos todos os dias, há cultos ao ar livre, há cultos nas praças, pra todo lado há evangélicos, há eventos evangélicos acontecendo de toda espécie e estilos, sempre há algo “gospel” para fazer.
A Bíblia compara os filhos de Deus com ovelhas, e o interessante dessa explosão gospel é que mostra que as pessoas são muito parecidas com ovelhas mesmo. Jesus fala que as ovelhas seguem o seu pastor, que ao contrário do ladrão, entra pela porta, chama suas ovelhas pelo nome e as leva para fora.
Há algumas implicações no modo de agir deste pastor, é interessante notar que ele tem uma preocupação com as ovelhas, não age de qualquer maneira ou assusta as ovelhas, ele as trata como se fossem suas, tem uma maneira especial de tratar com cada uma, reconhecendo o valor que cada uma tem. Ao contrario do ladrão que não tem interesse no bem das ovelhas, que não entra pela porta, ou seja, não tem cuidado de não espantá-las, não chama nenhuma pelo nome porque não sabe, não as leva para comer, não trata das feridas que elas possam ter, não se preocupa em nada com as ovelhas.
O salteador não deixa as ovelhas saírem, mas as tranca para as engordar, com isso ele pode vendê-las por um preço melhor, o pastor se preocupa em leva-las para fora, onde há pasto, onde elas podem se alimentar bem e ficar fortes, ao contrário de engordar de qualquer maneira. o pastor deixa as ovelhas livres e leva para onde há ar livre, lugar de ovelha é a céu aberto, não é trancada, não é presa, mas solta, ovelha precisa ver o sol, precisa caminhar, precisa estar livre.
É relevante o fato do pastor chamar a cada uma pelo nome porque mostra a preocupação dele com cada uma, o pastor não se importa com a multidão, não vive para ter um milhão de ovelhas, ele quer pastorear a quantas ele conseguir chamar pelo nome e tratar individualmente, ele quer acompanhar a cada uma, e isso ele não vai conseguir fazer com muitas. No entanto, ele não quer e não vai perder nenhuma das que lhe forem confiadas.
Jesus é muito atual, mesmo quando lemos o que ele disse a mais de 2 milênios, ele nos alerta para o fato de haverem pastores e impostores (pessoas que se passam por pastores para lucrar com as ovelhas). Vivemos um tempo onde há muitos impostores, há muita gente se dizendo pastor, mas não sei (falo em tom pessoal) se da pra confiar, quando alguém faz muito na igreja para a igreja, quando tudo que a igreja faz é para dentro dos portões, pode ser que as ovelhas já foram roubadas e elas mal sabem disso, deve ser por isso que Jesus disse que a casa dele havia sido transformada em covil de salteadores (Lc 19.46).
A partir dessa afirmação podemos entender que muitos lugares que chamam de igreja podem ser também um covil de salteadores, e as pessoas estão sendo mantidas presas ali (figuradamente é claro). O ser humanos é facilmente enganado e facilmente adere a uma idéia e está disposto a morrer por ela, não é a toa que existem homens-bomba, há tantos que vendem tudo porque alguém disse que tal dia o mundo vai acabar. A verdade é que há muitos impostores por aí, é preciso estar atento ao que a Bíblia diz para não cair em suas conversas e nem fazer o que eles mandam.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sim! Sim! e Não! Não!





A missão de Jesus sempre foi fazer com que o homem chegue a sua plena condição, a vinda de Jesus só tem sentido se pessoas são ajudadas e se essas pessoas chegam a maturidade de uma tal forma que estejam em condições de ajudar outros.
Jesus se preocupa com o homem e o traz à condição de homem feito/completo, mas isso não agrada aos que lucram com a miséria do ser humano, sempre foi assim. Quando Jesus veio, ele teve como inimigos os religiosos, justamente os que representavam Deus, durante a Idade Média, todos os homens que tentaram reformar a igreja e tirá-la desta condição de opressora sofreram punições ou outras conseqüências que os levou para longe de cumprir seus objetivos para com o Reino de Deus. O evangelho de João conta a história de um cego de nascença. Este caso mostra mesmo como os inimigos de Cristo e do evangelho agem.
Tais pessoas não se importam com o bem do homem, assim como alguns grandes pastores de hoje em dia os da época de Jesus viam o templo como um grande e lucrativo negocio, o próximo necessitado e marginalizado não está (naturalmente) incluído no negocio. Quando Jesus age fora de suas igrejas eles tentam calar o fato, porque Jesus não age como eles e porque ele age fora dos portões da igreja (seus milagres sempre eram grátis e não pediam nenhum ritual).
O encontro com Jesus é mais fácil do que se pensa e não é preciso haver terremoto ou qualquer espetáculo com emocionalismo e bandas tocando, Jesus é simples, e o encontro com ele também é. Mas não há lucro para ninguém, o verdadeiro evangelho nos deixa ricos no céu, onde nem traça ou ferrugem corrói, onde ladrões não escavam e roubam, mas não se refere a riquezas materiais (embora valham mais).
É isso que Jesus quer, não há lucro material para nós (nem para ele), mas a intenção de Jesus é nos levar a plenitude do ser. Foi assim com aquele homem cego desde o nascimento, visto como amaldiçoado pela religião, Jesus o cura tomando para si a “maldição” daquele homem, mostrando que ele não precisava daquele sistema e nem daquela religiosidade tola. Na verdade, ninguém precisa disso pra chegar até Deus.
É interessante que Jesus faz todo o trabalho de curar aquele homem e em vez de ficarem felizes pela cura os chefes religiosos pressionam o homem para negar o fato. O homem não nega, a falsa religião e os rituais não o ajudaram em nada, muito pelo contrario, o puseram ainda mais fundo em sua vida miserável, Jesus, por outro lado fez mais, além de o curar o libertou daquele sistema que trouxe maldição para ele.
O homem liberto por Cristo passa a ver as coisas de forma mais ampla, e talvez a única coisa que aquele homem e qualquer pessoa liberta por Cristo não consiga ver é razão para continuar seguindo a um sistema injusto e opressor, sendo assim aquele homem também não nega a ação libertadora de Jesus em sua vida e por isso é expulso da sinagoga. Como já disse, Jesus nos encontra onde estamos, mesmo quando estamos “afastados”.
Interessante que Jesus vai direto ao ponto, e na verdade nos revela o que é importante para ele, Jesus não nos pergunta o que sabemos sobre ele, não nos pede para apresentar provas de que Deus existe ou que escreva artigos falando sobre as vantagens de se crer em Deus, seu único interesse é se cremos nele, é só isso que importa. Crer em Jesus não é somente acreditar que ele existe, mas é dar crédito a Jesus, seguir a Jesus.
Com Jesus não tem meio termo, Jesus vai ao seu encontro para saber se o homem era um dos seus ou não, é isso que importa, se pertencemos a Jesus ou não é o que interessa.
O homem não responde prontamente porque ainda não havia visto Jesus. No primeiro encontro Jesus não conversou com ele, apenas o mandou se lavar, foram as únicas palavras que ele ouvira de Jesus até então, agora ele precisava ver Jesus para dizer que o seguiria. Sua mentalidade já estava amadurecida, é exatamente o caminho que Deus quer para o homem, ter a condição de declarar sua fé nele. O homem solicita a Jesus que mostre o filho do homem a ele, ele deseja conhecer Jesus, ele precisa disso e sabe (será que temos condição de apresentar Jesus às pessoas hoje?).
Jesus sempre surpreende e volta-se para o homem fazendo a declaração que qualquer pessoa que se diga cristã deve fazer a quem quer evangelizar: “Você já o tem visto. É aquele que está falando com você”. Esta deveria ser a afirmação feita pelos cristãos atualmente, quando as pessoas procuram Jesus elas devem ver Jesus nos cristãos, são os cristãos que receberam como incumbência representar Cristo, sendo assim, Cristo deveria ser visto na vida dos cristãos, quantos hoje podem dizer: “olha pra mim”?