terça-feira, 25 de maio de 2010


Jesus estava no auge de seu ministério, alguns diálogos interessantes ocorreram (Natanael, Nicodemos, a Prostituta Samaritana...). O mestre resolve voltar pra Jerusalém, para uma festa dos judeus, ou seja, uma festa de gente de classe, afinal não era festa de samaritanos ou galileus, era de judeus, os caras de sangue azul. Jesus não simpatizava muito com gente rica, mas vai por razões contrárias ao comum (como sempre).
A cidade em festa, mais ou menos como Ji-paraná em tempo de exposição, e no meio de gente em festa Jesus vai ao poço de betsaida, você já parou pra pensar em como era o lugar? Alguns detalhes ajudem a pensar um pouco: gente sem tomar banho a décadas (que fazia o cheiro ficar interessante), doente de toda espécie, macas para todos os lados, feridas expostas, leprosos com chagas abertas, etc.

Jesus vai até essa realidade (esquecida pelos grandes da cidade), Jesus vai até os caras que ninguém iria, chegando ali havia uma lenda sobre o tanque de betsaida: um anjo mexia as águas de tempo em tempo e curava o primeiro que ali chegasse. Ninguém pede a Jesus que os cure porque estavam esperando por uma lenda urbana, um mito judaico, mas eles acreditavam.
Jesus chega até ali e contempla um homem que a vida inteira esteve ali à espera de um milagre, um homem que não tinha esperança nenhuma que caminhar mais, que devia estar esquecido dos parentes e que foi jogado ali por alguém que não queria mais ajudá-lo, Jesus olha pra esse cara.

Jesus vê mais que um paralitico, Jesus vê um homem derrotado, um cara sem esperança que não tinha como levar uma vida decente num lugar daquele, porém, com grande potencial pra caminhar com Jesus, mas como fazer isso sendo que ele era paralitico e não andava? Jesus sempre dá um jeito.
Há um obstáculo, o homem não esta preso somente à sua doença, o homem está preso num mito que contaram a ele e sua crença nisso é tão forte que ele chega a afirmar que já aconteceu, como convencer esse cara de que ele deveria se desfazer disso pra seguir o Mestre? Jesus sempre dá um jeito.
Jesus pergunta ao homem se ele quer ser curado e tudo que houve é uma resposta baseada na possibilidade humana, mas a questão é que Jesus não trabalha baseado no que podemos fazer, para Ele não importa o que podemos fazer, mas sim o que Ele pode fazer através de nós. Jesus então ordena que este homem se levante porque quem esta diante dele é o próprio Deus encarnado.
Jesus hoje não quer saber onde é a festa ou quem foi convidado, Ele quer saber onde estão os que precisam dele e podem ser instrumentos de Sua Vontade, aqueles caras que podem fazer alguma coisa pelos outros mas que estão impossibilitados por alguma razão, Ele também não quer nos ver presos por limitações físicas ou em mitos que alguém contou pra gente pra nos fazer acreditar em algo legal. Jesus quer alcançar aqueles que Ele precisa, aqueles que precisam dele.

Entre prostitutas e oficiais...


João 4.32-51

Jesus desceu de volta a sua terra mesmo acreditando que não teria honra ali, pois os seus conterrâneos não acreditavam nele. Sua rotina tinha sido meio diferente, ele tinha transformado a água em vinho numa festa de casamento, depois desceu pra uma outra festa em Jerusalém e chegando lá causou uma confusão na igreja, fazendo uma anarquia contra o capitalismo selvagem dos caras que diziam que eram servos de Deus, recebeu um fariseu e discutiu com o cara, que não aceitou o fato de que tinha que nascer de novo e por último tinha passado dois dias na casa de uma prostituta samaritana (pra um judeu, duas coisas que eram imundas sozinhas, juntas, eram a pior coisa que eles poderiam imaginar) ensinando uns caras desajustados a adorar (entre outras coisas).
Quando Jesus voltou os galileus estavam meio com medo do que ele podia fazer, então receberam Jesus de forma agradável. Um oficial do rei, tipo secretario de obras, educação ou alguma coisa assim, soube que Jesus estava por ali, sabendo que Jesus podia curar ele chega com a autoridade de um oficial. E Jesus responde com a autoridade de um revolucionário: não vou porque tu não acreditas em mim. As coisas mudam e o homem baixa o tom com Jesus: Senhor, desce antes que meu filho morra. Jesus não vai, mas faz a cura.
Tem umas coisas que estão bem claras no capitulo quatro, mas vamos falar delas mesmo assim. O capitulo quatro traz duas cenas de Jesus conversando, mostra duas pessoas que foram até ele, mostra duas pessoas que precisavam dele. As semelhanças acabam aí, vamos falar das diferenças.
1.Na primeira cena a pessoa que vai até Jesus não sabe quem Jesus é porque não conhecia Jesus, na segunda o homem sabia da fama de Jesus e vai até Jesus porque sabia da fama de Jesus.
2.Na primeira cena a pessoa que vai até Jesus é uma prostituta acabada e sem honra pela vida “mundana” que levava. Na segunda cena o homem é oficial do rei, alguém com influencia política e um homem de bem.
3.Na primeira cena a mulher quer a presença de Jesus, acredita nele só pelo que ele fala. Na segunda o homem acredita em Jesus só pelos milagres que ouviu que Jesus fez.
4.Na primeira cena Jesus passou dois dias na casa da mulher, na segunda Jesus nem foi a casa do homem.

Jesus não esta interessado em quem nós somos como pessoas ou sobre nossa influencia política. Jesus não se importa se temos pecados, Ele sabe que temos pecados. Jesus não se importa com nossa fama antes dele chegar até nós porque as coisas mudam quando Ele chega.
Jesus olhou naquele cara com o filho doente e viu que ele precisava de Jesus tanto quanto aquela mulher a beira do poço, mas Jesus viu uma diferença enorme entre os dois. Para a mulher, bastava a presença de Jesus, para o político, importava mais o que Jesus podia fazer do que quem Jesus é.
Jesus hoje, assim como naquele dia da conversa com aquele político, não está tão ligado a posição social que temos ou a importância que algum homem nos dá, Jesus quer saber o que a gente quer dele.

DIÁLOGO COM UMA PROSTITUTA SAMARITANA


Havia uma tensão muito grande entre os samaritanos e os judeus nos tempos de Jesus. Os samaritanos ainda declaravam sua fé nos cinco primeiros livros do Antigo Testamento, embora tivessem se afastado das preciosidades do resto do Antigo Testamento e consideravam-se filhos de Abraão, embora praticassem uma religião sincrética cheia de paganismo, crenças e práticas ocultistas, os samaritanos provocavam tanta repulsa nos judeus, que estes raramente passavam em seu território, e quando o faziam, não era incomum que fossem detidos e agredidos simplesmente por terem entrado em Samaria.
Quando Jesus transferiu seu ministério para a Galiléia, decidiu que atravessaria Samaria, ao invés de evitar a região. Durante o percurso, ele se assentou a beira do poço de Jacó para descansar enquanto os discípulos foram à cidade comprar o almoço. Ele ainda estava descansando quando uma mulher samaritana chegou para tirar água do poço. Não sabemos qual era seu nome, mas sabemos que tinha uma má reputação. Ela era a suja e desgastada prostituta da cidade, que depois de ter passado por cinco casamentos fracassados não tinha outro recurso a não ser o de viver amasiada, trocando sexo por casa e comida.
Ela não disse uma palavra a Jesus, provavelmente por achar que um rabino judeu não estaria interessado em bater papo com uma mulher como ela. Ela havia chegado ao poço sozinha, no calor do meio-dia, porque sabia que as senhoras de respeito, que se reuniam mais cedo, quando o dia estava mais fresco, para tirar água e fofocar, a receberiam tão bem quanto a Ku Klux Klan receberia Malcon X em uma de suas reuniões.
A historia da uma virada surpreendente quando Jesus se dirige tranquilamente a ela e diz: “a senhora poderia me dar um pouco de água para beber?” Apanhada de surpresa, a mulher fez uma cara de que não estava entendendo nada e ficou ali parada, olhando para Jesus, boquiaberta, de tão chocada, porque, pelos padrões culturais do local, os homens não se dirigiam as mulheres, o judeus não mantinham contado com os Samaritanos e um bom rabino não se aproximaria de pecadores pervertidos. Mas Jesus é santo, o que simplesmente significa que Ele é diferente sem ser pecador, por isso mesmo Ele dirigiu-se a ela gentilmente, para pedir-lhe um favor, como se ela fosse sua amiga.
Os viajantes, naquela época, sempre carregavam um odre de água, mas os companheiros de Jesus aparentemente tinham levado tudo com eles para a cidade, deixando Jesus impossibilitado de tirar água. Por isso Jesus pediu um pouco do vasilhame que ela carregava. O ato de beber do vasilhame da mulher já seria considerado uma atitude pecaminosa, suja e ritualmente impura pelos judeus, desse modo, o pedido de Jesus, mesmo que não constituísse uma violação das Escrituras, por si só já contradizia o dogma moral da religião.
Com muita maestria, Jesus lança mão da água para falar com a mulher sobre salvação – ou sobre a água viva que limpa – dada por Deus. Numa sabia tentativa de expor seu pecado e sua necessidade do perdão de Deus, Jesus pede que primeiro ela vá a sua casa chamar seu marido antes de dar-lhe a água viva, ela responde com uma meia verdade, dizendo que não tem marido. Jesus então especifica seu pecado, dizendo que ela já havia tido cinco maridos, mas agora estava vivendo em pecado, com um homem com quem não era casada.
O ato de dar nome ao pecado da mulher provocou a virada na conversa, porque então a mulher reconheceu que Jesus era um profeta que merecia seu respeito, por isso ela passa a chamá-lo de “senhor”. A conversa então estava começando a fazer sentido para ela, porque os samaritanos esperavam não pelo messias, mas pelo profeta prometido, que seria como Moisés.
Em seguida, a mulher quer saber a opinião de Jesus sobre o ponto divergente que distinguia teologicamente a sua religião, raça e adoração, da dos judeus. Para onde ela deveria se dirigir para confessar seu pecado e se reconciliar com Deus? Será que devia ir ao templo dos samaritanos, perto dali, no monte Gerizim, ou teria que viajar até o templo de Jerusalém?
A resposta de Jesus foi nada menos que o primeiro tiro da revolução que continua desde então. Sua resposta objetiva pôs fim a questão da adoração, tanto dos samaritanos quanto dos judeus, em favor da adoração que requer não apenas uma tradição e ritual exteriores, porém algo mais importante, que é a verdade e a espiritualidade interior, das quais Deus se agrada. Jesus afirmou que o Pai estava sempre procurando adoradores e que Ele daria a verdade ao povo, ao enviar o Espírito Santo para ensiná-lo a adorar e que por causa da vinda do Espírito, ninguém precisaria ir mais a nenhum lugar sagrado ou templo. Ao invés disso, poderíamos adorar a Deus em qualquer lugar e em todo lugar, se déssemos as costas ao pecado para recebermos o Espírito, que passaria a habitar em nós e, desse modo, tornaria o nosso corpo (inclusive o desta mulher, que provavelmente, naquele instante cheirava a homens e bebida barata) em um novo templo, habitado pela presença de Deus.
A palavra que Jesus usou para adoração significa literalmente “inclinar-se para beijar”. Em Jesus, Deus jogou um beijo metafórico da sua graça para esta prostituta acabada e propôs um contrato de amor que, diferente de todos os que ela havia experimentado, duraria para sempre. Como era previsível, a mulher estava tão chocada que ficou imediatamente sóbria, e, desejando um coração profundamente desejoso de perdão e compreensão, disse a Jesus que esperava ansiosamente o dia em que Deus chegaria como o Cristo-Messias e lhe explicaria todas aquelas coisas. Olhando no fundo de seus olhos lacrimejantes e provavelmente fazendo uma pausa silenciosa antes de falar, Jesus simplesmente declara “eu mesmo, que estou aqui, falando com você, o sou”.
Caso não estejamos vendo a magnitude daquele momento, repare que este é o único lugar no evangelho de João em que Jesus declara ser o prometido Messias do Antigo Testamento. Ele reservou essa grande revelação não para os grandes professores dos seminários ou para os pastores titulares das megaigrejas, mas para a mulher que ele veio cortejar espiritualmente, à beira de um poço solitário, sob o calor do sol do meio-dia. Jesus revelou o pecado da mulher ao colocar o dedo no pedaço mais sujo e marcado de sua alma, que cheirava a morte, inferno e pecado. Ele limpou tudo, curou e perdoou e ainda preencheu com a graça e o Espírito Santo, como só ele poderia fazer.
Ao nascer de novo, a mulher decidiu recomeçar sua vida, o que caracteriza a essência do arrependimento. Ela saiu em disparada na direção de Sicar, porque estava cheia de novidades para contar. Ela falou para quem quisesse ouvir que tinha sido uma mulher má e doente, controlada pela solidão e perversão, mas que tudo mudou quando encontrou Jesus. Podemos imaginar a expressão das pessoas, inclusive de vários homens, que provavelmente já haviam visto ela despida, mas que nunca a tinham visto coberta de retidão. Como primeira evangelista do Novo Testamento, ela estava fazendo um trabalho missionário dentro de sua cultura, levando as pessoas a Jesus para que recebessem salvação e vida.
Muitos idólatras, heréticos e marginalizados, vieram a crer em Jesus através do testemunho dessa mulher, pessoas que conseguiram enxergá-lo perfeitamente como Salvador de todas as nações da terra, por causa de uma vida transformada. Então eles convidaram Jesus a estar com eles como amigos na pecaminosa Sicar. E Jesus ficou mais dois dias, ensinando e vendo muito mais gente ainda crer.

Extraido do livro Reformissão de :Mark Driscoll

Reflexões sobre a morte de Dio


Na semana passada, morreu o cantor Ronnie James Dio. Para muitos, um desconhecido. Mas, para quem gosta de rock, principalmente heavy metal, sabe que Dio era simplesmente o cara. Com uma carreira extensa, começando com a banda Elf, seguindo depois para o Rainbow de Ritchie Blackmore, sua fama explodiu mesmo quando substituiu Ozzy Osbourne no Black Sabbath. Saindo da banda, montou uma que levava seu nome, gravando com muita gente em projetos paralelos. Para quem não sabe, gravou até mesmo com Kerry Livgren, guitarrista do Kansas que se converteu e montou a banda AD. Dio pode ser achado no CD de Livgren Seeds of change, cantando To live for the King. Uniu-se novamente aos antigos companheiros do Sabbath, no projeto Heaven and Hell. Ficou famoso também por ter popularizado o sinal do chifrinho que, segundo ele, aprendeu com sua avó italiana, como um modo de se proteger contra o mau-olhado. Nos anos 80, inspirado pelo USA for Africa, monta o projeto Hear’n’Aid, para levantar fundos para o combate à fome naquele continente. Testemunhas dizem que Dio era um sujeito sempre cortês e gentil. Um gentleman, sem afetações e chiliques de estrelismo, tão próprios de rockstars. Um bando de lunáticos de Westboro, Estados Unidos, quer fazer um protesto no enterro de Dio.
O que me faz meditar não é sua longa carreira (morreu com 67 anos) e nem sua incrível potência vocal. O que me faz meditar é o paradoxo entre a cortesia de Dio em vida e a imbecilidade de Fred Phelps, mentor da “Igreja” (sic) Batista de Westboro, mentor do protesto anti-Dio. Também fico meditando como um homem pretensamente ímpio, como foi Dio, teve uma atitude perante a vida muito mais digna que muitos de nossas estrelinhas, starlets e wannabes gospelentos – recentemente, conversando com um irmão, ele me contou que certa cantora gospel cobrou R$ 30.000 para vir cantar em sua cidade. E o que fica pior, segundo esse mesmo irmão, é que tal cantora, assim como outros cantores gospel, não veio somente em sua cidade, mas fez uma pequena turnê em algumas cidades de Rondônia. Sempre cobrando 30 pilas em cada local. Bom, pelo menos ela não veio cantar usando playback, como alguns cantores que conheço, e que logo, logo, despontarão para o anonimato merecido…
Ou seja, Dio cantava sobre magos, bruxos, dragões, essas coisas. Nossos cantores gospel cantam sobre um deus que dá vitória em qualquer situação, já que foi “provocado” em seu sistema de freios e contrapesos cósmico – as famosas, e até hoje inexplicadas, leis do mundo espiritual. A semelhança que vejo entre Dio e nossos cantores gospel é que magos, bruxos, dragões e um deus obrigado a dar vitória pertencem à mesma categoria literária: ficção. Mas, infelizmente, Dio, o homem ímpio, teve uma vida muito mais impactante que muito “ministro” gospel. Duros os nossos dias!
fonte: http://revdigao.wordpress.com/author/revdigao/

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Orar é conspirar

Hermes C. Fernandes


“Exorto, pois, antes de tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda piedade e honestidade.” Paulo em 1 Timóteo 2:1-2

Parece que eu posso ouvir o apóstolo Paulo alterando o seu tom de voz, para tornar enfática a sua exortação. Se quisermos ter uma vida sossegada, tranqüila, precisamos gastar mais tempo diante do Trono, intercedendo por aqueles em quem Deus tem investido autoridade. Não se trata aqui de algo banal, ou de importância secundária. Paulo tratou disso como prioridade para o povo de Deus. “Antes de tudo”, troveja Paulo. Qualquer medida adotada por eles pode afetar em cheio nossa vida e das pessoas que amamos.

Quem é que cumpre à risca esse mandamento hoje em dia? Quem é que está preocupado em orar pelos governantes de nossa pátria? Poucos são os que se entregam a tão honrosa atividade. É mais fácil criticar, caluniar, difamar, do que simplesmente orar.

Orar está longe de ser uma atividade alienante. É, em vez disso, uma atividade altamente subversiva. Orar é conspirar!

É claro que, no exercício de nossa cidadania, temos o direito de criticar, discordar, e até protestar contra alguma arbitrariedade, ou injustiça praticada por nossos governantes. Porém, precisamos exercer também a nossa cidadania celestial, orando por eles, para que Deus lhes conceda a sabedoria necessária para cumprir a contento o seu mandato.

Orar também é denunciar toda injustiça perante o Juiz e Rei de toda a Terra.

Convém lembrar que as autoridades constituídas, quer sejam crentes ou não, são ministros de Deus (Rm.13:1-7). É Deus quem as constitui, como também é Ele quem as depõe.

Devemos orar para que homens de bem sejam elevados à posição de destaque dentro do cenário político brasileiro. Precisamos ter gente comprometida com os valores do Reino de Deus ocupando lugares não apenas no poder executivo, mas também no legislativo e no judiciário. Não me refiro a crentes, mas a pessoas que, independente de seu credo, vivam a práxis da justiça e da verdade.

Que Deus levante homens e mulheres como José, Daniel, Moisés, Ester, Débora, Gideão, e tantos outros, para conduzir nosso país a um tempo de paz, prosperidade e desenvolvimento.

Não podemos deixar de orar também pelas autoridades médicas e científicas; sobretudo, por aqueles que estão envolvidos em pesquisas de novos remédios para o combate ao câncer, a Aids e a outras pestes que assolam a humanidade. Muitas das novas descobertas científicas surgem por insight. Depois de anos de pesquisa, de repente, alguém tem uma idéia genial, e resolve fazer experimentos em laboratório, até concluir que aquele insight era o que faltava. Estou certo de que é o próprio Deus, que pela Sua graça comum, assopra aos ouvidos dos cientistas, para que encontrem as respostas que buscam.

Oremos também pelas autoridades militares e policiais que velam pela manutenção da paz , e pela soberania do estado brasileiro.

Oremos por aqueles que tem nas mãos o que hoje é chamado de “o quarto poder”: a mídia. Os donos de concessões de televisão, de revistas, jornais, sites, como também os jornalistas, os apresentadores de TV, os radialistas, os escritores seculares, os autores de filmes e novelas, os formadores de opinião em geral, devem figurar na pauta de nossas orações.

E por fim, jamais deixemos de rogar a Deus em favor das autoridades eclesiásticas. Cada pastor, bispo, sacerdote, deve ser alvo de nossas constantes orações. Mesmo que discordemos de alguns deles em sua doutrina, ou na ênfase de seus ministérios, não temos o direito de agirmos com negligência, deixando de orar para que Deus os ilumine o entendimento, e lhes conduza pelas veredas da justiça e da verdade (Col.4:3).
 fonte: Genizah